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Polícia Civil do Mato Grosso do Sul participa da operação Nacional “EBDOX”, contra golpe de falso investimento

Nesta quarta-feira (03/09), a Polícia Civil do Mato Grosso do Sul, por intermédio da Seção de Investigações Gerais e Núcleo Regional de Inteligênci...

03/09/2025 às 15h01
Por: Redação Fonte: Polícia Civil - MS
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Foto: Reprodução/Polícia Civil - MS
Foto: Reprodução/Polícia Civil - MS

Nesta quarta-feira (03/09), a Polícia Civil do Mato Grosso do Sul, por intermédio da Seção de Investigações Gerais e Núcleo Regional de Inteligência (SIG/NRI) de Dourados, participou da Operação “EBDOX”, coordenada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e realizada em âmbito nacional com apoio da Polícia Civil de diversos Estados. Ao todo, foram expedidos 21 mandados de busca e apreensão e três de prisão temporária em São Paulo/SP, Guarujá/SP, Boa Vista/RR, Curitiba/PR, Dourados/MS e Entre Rios/BA, além de medidas de sequestro de valores.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MS
Foto: Reprodução/Polícia Civil - MS

Em Dourados, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, resultando na apreensão de notebook, aparelhos celulares e outros objetos eletrônicos. 

A investigação teve início em abril de 2024, após diversas vítimas do Distrito Federal serem atraídas para grupos de WhatsApp comandados por um suposto “doutor em economia” da USP, que fornecia dicas de investimentos. Ganhando a confiança dos participantes, o golpista passou a indicar aplicações em uma plataforma chamadaEBDOX, que prometia altos retornos financeiros.

Quando as vítimas tentaram sacar os valores, foram informadas de um bloqueio pela Polícia Federal e induzidas a pagar uma caução de 5% para liberar os recursos. Após o pagamento, o dinheiro não foi liberado e a plataforma saiu do ar, causando prejuízos significativos. Só uma das vítimas, de Taguatinga/DF, registrou perdas superiores a R$ 220 mil. Em um site de reclamações, há mais de 400 queixas contra a falsa plataforma.

As apurações mostraram que o esquema era liderado por indivíduos de nacionalidade chinesa residentes em São Paulo, que cooptavam brasileiros para administrar os grupos de WhatsApp. Esses integrantes eram monitorados, recebiam instruções em chinês e eram pagos em criptomoedas. Uma das empresas ligadas ao grupo movimentou mais de R$ 1 bilhão apenas no ano passado. O dinheiro obtido com os crimes era lavado por meio de criptomoedas, créditos de carbono e exportação de alimentos de Boa Vista/RR para a Venezuela.

Os investigados irão responder por estelionato (fraude eletrônica), organização criminosa e lavagem de capitais.

Delegado Thiago Boeing – PCDF

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