
Diferentemente das coligações eleitorais, as federações obrigam os partidos a atuarem de forma integrada por ao menos quatro anos. Isso inclui unificação de posições políticas, elaboração conjunta de estratégias eleitorais e definição centralizada das candidaturas. A parceria entre União e PP foi aprovada internamente em agosto, mas as negociações locais retardaram a oficialização.
Se receber o aval do TSE, a União Progressista estreia com a maior bancada na Câmara, a maior presença entre prefeitos e vereadores e, sobretudo, a fatia mais robusta dos recursos eleitorais e partidários disponíveis para 2026.
No Mato Grosso do Sul a Senadora Tereza Cristina, presidirá a Federação e Rose Modesto a vice presidente.
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