Quinta, 05 de Fevereiro de 2026
19°C 28°C
Campo Grande, MS
Publicidade

Deputada Gleice Jane cobra explicações sobre violações em terras indígenas de Caarapó (MS)

Durante a sessão desta quarta-feira (24), a deputada estadual Gleice Jane (PT) cobrou explicações por meio de requerimento de informações encaminha...

24/09/2025 às 14h21
Por: Redação Fonte: Assembleia Legislativa - MS
Compartilhe:
Deputada Gleice Jane cobra explicações sobre violações em terras indígenas de Caarapó (MS)

Durante a sessão desta quarta-feira (24), a deputada estadual Gleice Jane (PT) cobrou explicações por meio de requerimento de informações encaminhado ao Governo do Estado e à Secretaria de Estado de Segurança Pública, a respeito das supostas violações ocorridas na Terra Indígena Guyraroka e na retomada Guarani e Kaiowá de Porto Cambira (Passo Piraju), na Terra Indígena (TI) Dourados-Amambaipeguá III, em Caarapó (MS), nos dias 21, 22 e 23 de setembro.

No último domingo (21), indígenas Guarani e Kaiowá ocuparam a Fazenda Ipuitã, situada dentro dos limites da Terra Indígena Guyraroka, em Caarapó, com o objetivo de impedir a dispersão de agrotóxicos em áreas de ocupação tradicional indígena. Já no dia 22, a retomada foi desalojada por ação da Tropa de Choque da Polícia Militar, em um suposto despejo sem fundamento judicial. “Importante mencionar que a área já foi declarada pela Funai como de ocupação tradicional e aguarda a conclusão do processo de homologação”, destacou a deputada Gleice Jane.

Na manhã de 23 de setembro, um novo episódio de violência foi registrado: a retomada Porto Cambira (Passo Piraju), localizada na TI Amambaipeguá III, foi alvo de uma operação policial marcada por bloqueio de acessos e disparos com munições letais e não letais contra indígenas, segundo registros amplamente divulgados nas redes sociais.

Requerimento

No documento, a parlamentar apresentou uma série de questionamentos, tais como: as ações policiais mencionadas estavam amparadas por ordem ou mandado judicial? Em caso afirmativo, qual o número do processo, o juízo competente, a data de emissão do mandado e as condições para a sua execução? Em não havendo mandado judicial que autorizasse a ação, de quem partiu a ordem para o despejo e a atuação policial, bem como sob qual fundamento legal e administrativo?

Gleice Jane também indagou se houve requisição formal, por autoridade judiciária, para o emprego da força policial. “No caso de ter havido mandado judicial, qual a razão de não ter sido previamente apresentado ou lido à comunidade indígena antes do início da operação? A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) foi formalmente comunicada, consultada ou envolvida nas etapas preparatórias ou executivas das ações policiais? Precisamos, urgentemente, verificar essas informações”, concluiu a deputada.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Campo Grande, MS
23°
Parcialmente nublado

Mín. 19° Máx. 28°

24° Sensação
3.6km/h Vento
83% Umidade
100% (13.17mm) Chance de chuva
06h24 Nascer do sol
19h20 Pôr do sol
Sex 32° 21°
Sáb 32° 22°
Dom 29° 20°
Seg 26° 19°
Ter 27° 20°
Atualizado às 09h01
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Economia
Dólar
R$ 5,25 +0,24%
Euro
R$ 6,20 +0,27%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 386,649,22 -4,87%
Ibovespa
182,201,69 pts 0.27%
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Lenium - Criar site de notícias